DRONE NO MUSEU - Museu Nacional deve ser mapeado por drone e receber cobertura

DRONE NO MUSEU 

Museu Nacional deve ser mapeado

 por drone e receber cobertura


Por Vinícius Lisboa - Repórter da Agência Brasil  Rio de Janeiro

O incêndio e o desabamento dos três andares do Museu Nacional transformaram o prédio histórico em um sítio arqueológico. 


Para o trabalho de resgate do que ainda pode ser salvo do acervo, os recursos emergenciais prometidos pelo Ministério da Educação (MEC) devem financiar ações emergenciais como um mapeamento aéreo, com o uso de drones, e a instalação de uma cobertura para proteger o prédio da chuva e do vento.


Segundo a vice-diretora do Museu Nacional, Cristina Serejo, uma equipe de museólogos e arqueólogos da própria instituição trabalha em um protocolo para a retirada das peças que estão sob as cinzas. O mapeamento do museu contará também com os curadores das exposições, que ajudarão a indicar quais peças podem ser encontradas em cada área.


Museu Nacional do Rio de Janeiro continua interditado pela Defesa Civil após ter sido destruído por um incêndio na noite do último domingo. - Tânia Rêgo/Agência Brasil


"Vai ser todo um trabalho arqueológico para retirar, porque tem muito material e a gente vai ter que trabalhar de forma detalhada".


O Laboratório de Conservação e Restauração já está ativo para receber o que for encontrado, mas ainda é necessário esperar que o prédio seja liberado pela Defesa Civil e pela Polícia Federal, que investiga as causas do incêndio.


O laboratório fica no anexo Alipio Ribeiro, parte subterrânea que não foi atingida pelo incêndio nem afetada pelo desabamento. Contêineres também devem ser levados para a Quintada Boa Vista, parque em que fica o museu.


Segundo a vice-diretora, essas estruturas podem ser úteis para dar suporte ao trabalho. "A gente vai provavelmente colocar alguns contêineres ali perto para conseguir tirar todo o material e acondicionar de forma correta", disse.


A instalação de uma cobertura no museu é outra das ações que estão em discussão. "Já foi indicado que é o melhor a fazer. Vai ter que cobrir. Tem todo o impacto da chuva nesses escombros, que são valiosos".


O diretor administrativo do museu, Wagner Martins, explicou ainda que a cobertura é necessária para preservar a própria estrutura que resistiu ao incêndio, uma vez que as intempéries podem provocar mais desabamentos. Também será necessário cercar a área e escorar as paredes com andaimes.

Drone vai salvar a Grande Barreira de Coral da extinção

Drone vai salvar a Grande Barreira de Coral da extinção



A Grande Barreira de Coral é tão importante para a qualidade de vida nos oceanos como a floresta amazónica para a superfície terrestre. 

E, tal como a grande extensão florestal da América do Sul, também está sob ameaça de ser destruída por alterações climáticas, poluição e depredação. Por isso, a Fundação da Grande Barreira de Coral, uma organização não-governamental, criou um drone que vai ajudar a ONG a cumprir a sua missão de proteger este habitat localizado nos mares da Austrália.


O drone, chamado RangerBot, foi construído em associação com a Universidade de Tecnologia de Queensland (QUT) e com o apoio da Google, 

e pode ser operado facilmente com treino mínimo. Matthew Dunbabin, responsável pelo projeto na QUT, explica que “o RangerBot é o primeiro robô concebido para um ambiente de corais, podendo usar a sua visão para navegar em tempo real, evitar obstáculos e mapear áreas na Barreira de uma forma muito mais rápida do que era possível antigamente. É capaz de detetar branqueamento de corais, analisar a qualidade da água, identificar poluição e pestes predatórias”.


O drone, que tem 15 cm de comprimento e pesa apenas 75 kg, pode ficar debaixo de água por uma quantidade de tempo três vezes superior à de um mergulhador, o que lhe permite acumular mais dados, e até pode operar de dia ou de noite e em locais onde uma pessoa não teria acesso. 

Mas onde ele se destaca é na sua capacidade de eliminar um predador dos corais. Embora pareçam rochas, na verdade são seres vivos, pólipos do reino dos animais, e a Grande Barreira é o centro nevrálgico de toda uma cadeia alimentar que inclui milhares de espécies, muitas delas existentes apenas na área que ocupam no Oceano Pacífico, junto à costa leste da Austrália.


Os corais ficaram bastante vulneráveis nos últimos anos à predação da coroa-de-espinhos (Acanthaster planci), uma estrela-do-mar que se alimenta exclusivamente de corais, e que se tornou uma praga na Grande Barreira de Coral. 

O RangerBot não só é capaz de identificar este animal com 99,4 por cento de eficácia como também é capaz de injetar uma toxina que é fatal para esta estrela-do-mar mas não afeta nenhuma outra espécie local. A QUT espera colocar novas unidades deste drone nas mãos de organizações de proteções de barreiras de coral noutros locais do planeta.



A Grande Barreira de Corais da Austrália não pode dar um tempo: além de lutar contra a poluição, os furacões e as lombadas de coral, 

o recife mais icônico do mundo está sendo comido vivo por milhões de espinhosos e venenosos. estrelas do mar conhecidas como estrela do mar coroa-de-espinhos (COTS). Mas em uma disputa digna de um filme de ficção científica, os cientistas desenvolveram um novo robô para caçar e matar essas estrelas do mar - um veículo submarino autônomo e assassino chamado RangerBot.


Desde 2010, a população de COTS nativa comedores de coral tem crescido, e o surto está assolando a Grande Barreira de Corais, com 2.300 quilômetros de extensão. 

A RangerBot está sendo apresentada ao recife - e a pesadelos de estrelas marinhas - esta semana, em parte para ajudar nos esforços contínuos para controlar os COTS. Este caçador de recompensas autônomo é o resultado de mais de uma década de pesquisa e desenvolvimento do roboticista da Universidade de Tecnologia de Queensland (QUT) Matthew Dunbabin, apoiado por uma doação de US $ 750.000 do braço sem fins lucrativos do Google .



Os surtos de COTS foram uma das principais causas da morte de corais na Grande Barreira de Corais. 

As explosões parecem ser causadas por múltiplos fatores: as estrelas-do-mar são prolíficas e de rápido crescimento, o escoamento agrícola aumenta a quantidade de alimento para suas larvas e os humanos têm superado os poucos predadores dispostos a comer as almofadas venenosas. Pesquisas sugerem que controlar essa explosão de estrelas marinhas e evitar picos futuros poderia ajudar a reverter o declínio de corais na Grande Barreira de Corais.



Foi aí que Dunbabin viu a chance de aplicar sua pesquisa em visão robótica. 

Em 2005, a Dunbabin desenvolveu um sistema informatizado que identificava os COTS com uma precisão de cerca de 67%. Mas dar o próximo passo e adaptar o sistema para realmente exterminar uma estrela do mar, uma vez que foi descoberto, foi um grande desafio. Matar um COTS exigiria injetar uma solução tóxica em cada um dos cerca de 20 braços de uma estrela do mar. Saudades de alguns e o animal poderia sobreviver e se regenerar. “Essa é uma grande tarefa até mesmo para um ser humano e era impossível para um sistema robótico”, diz Dunbabin.



Mas em 2014 veio uma solução para esse problema específico: a descoberta de que um único tiro de um derivado da bile (o suco digestivo ácido das vesículas biliares, na maioria das vezes de vacas ou ovelhas) poderia despachar COTS rápida e completamente. 

Estes sais biliares causam danos nos tecidos e uma poderosa resposta imunitária que mata a estrela do mar em menos de 20 horas. A Dunbabin começou a trabalhar na construção de um robô baseado em torno desse novo sistema de injeção one-shot. O resultado foi um robô parecido com um torpedo chamado COTSbot . Avanços na visão robótica e inteligência artificial fizeram com que o COTSbot reconhecesse COTS 99,4 por cento do tempo.


Embora o COTSbot fosse uma prova de conceito bem-sucedida, ele tinha muitas limitações que impediam seu uso disseminado no recife.

O robô era grande e caro e só podia ser implantado por um especialista. Dunbabin e sua equipe imaginaram um robô menor e mais barato que fosse mais versátil e fácil de usar - uma visão que eles perceberam com a RangerBot.



“O objetivo era torná-lo muito intuitivo, como os drones são hoje. Você pega um tablet, planeja um pouco de missão e aperta o play ”, diz Dunbabin. 

Chegar a esse estágio envolveu testar e refinar os controles com muitos usuários em potencial, incluindo alunos em mais de uma dúzia de escolas secundárias regionais. Eles também desenvolveram o kit da RangerBot, fornecendo sensores de qualidade da água, luzes, baterias removíveis e um propulsor extra para que ele pudesse coletar amostras de água, operar à noite e por períodos mais longos e manobrar em todas as direções.



Russ Babcock, que estuda gerenciamento de COTS na Organização de Pesquisa Científica e Industrial da Austrália, 

está otimista sobre o potencial da RangerBot para expandir os esforços de controle de estrelas marinhas em águas mais profundas e menos acessíveis e coletar dados de alta qualidade sobre corais e estrelas do mar para informar o gerenciamento atual. “Acredito que essas coisas têm um lugar na caixa de ferramentas dos ecologistas marinhos, e estamos chegando cada vez mais perto do dia em que meros ecologistas marinhos como eu podem operar um sem ter um jockey robótico para comparecer. Traga isso ”, ele diz.



Um dia, as frotas de RangerBots podem monitorar autonomamente vastas áreas da Grande Barreira de Corais, diz Babcock, complementando os atuais sistemas de monitoramento e armando os gerentes de recife com melhores dados.


Julia Davies, uma das colegas de Dunbabin na QUT, ajudou a testar a interface do usuário durante o desenvolvimento da RangerBot. Ela compara o potencial da RangerBot com o de um sistema de câmeras de tráfego rodoviário, que pode fornecer rápida notificação de acidentes e lentidão.



Mais imediatamente, Dunbabin espera que seus cinco RangerBots operacionais possam fornecer sinais precoces de surtos de COTS em toda a Grande Barreira de Corais.

 No entanto, ele permanece realista sobre as limitações do RangerBots. "Eles devem ser ferramentas para estender nossos programas de gerenciamento", não substituí-los, diz ele.

COMPARATIVO - Mavic 2 Pro X Mavic Pro: Veja o que muda no drone premium da DJI

COMPARATIVO

Mavic 2 Pro X Mavic Pro: 

Veja o que muda no 

drone premium da DJI


Nova geração da linha Pro da DJI chega com 

câmera e especificações de voo superiores 
veja o que muda



 lançado em 
2016 e que inovou no mercado com 
o design dobrável. 

Ainda sem data de lançamento no Brasil, o novo 
Mavic 2 Pro se destaca pela câmera de maior resolução 
com assinatura Hasselblad, prometendo maior qualidade 
de captura e processamento de imagem.


Além disso, o novo modelo apresentou ganhos de 
performance em voo, com velocidade chegando aos 
72 km/h, além de autonomia de, aproximadamente,
31 minutos – números superiores aos do antecessor. 

Confira no comparativo a seguir mais detalhes 
dos dois drones da DJI e saiba o que mudou de uma
 geração para a outra.




Mavic 2 Pro tem design parecido com o Pro de primeira
 geração (Foto: Divulgação/DJI)


Design

Os dois drones trazem bastante semelhança com relação
 ao design, mas segundo a DJI, o Mavic 2 Pro apresenta
 desenho mais refinado. 

Ainda de acordo com 
a fabricante, essa característica possibilita 
menor arrasto aerodinâmico, algo que 
contribui para menor consumo
 de energia e maior velocidade.

Ambos os modelos apresentam o design dobrável, 
o que facilita o transporte e permite acomodar o 
quadricóptero em segurança no case. O peso é 
diferente nas duas unidades: o recém-lançado tem
 907 gramas, enquanto o antecessor vem com 734 g.


Câmera



Trunfo do Mavic 2 Pro é a câmera com tecnologia
 Hasselblad, maior resolução e HDR mais 
profundo (Foto: Divulgação/DJI)


A câmera do Mavic 2 Pro é melhor, entregando maior 
qualidade em comparação ao Pro de primeira geração. 
O novo sensor tem 20 megapixels, contra 12 do anterior. 

Além disso, o novo drone da DJI grava vídeos em 
amostras de 100 Mb/s, enquanto o antecessor o 
faz em 60 Mb/s. Essa medida define a quantidade 
de informação por segundo de vídeo.

Outro diferencial na captura de imagens fica por
 conta dos filtros HDR, aprofundados no drone de
 nova geração. Segundo a fabricante, isso permite 
à nova câmera imagens com perfil de 1 bilhão de cores, 
contra os 16 milhões do equipamento anterior. 
A abertura da lente no Mavic 2 Pro é variável, 
outro fator que dá vantagem sobre o Pro original. 

Vale ressaltar também que o novo produto assinatura 
Hasselblad, marca sueca responsável pelas lentes 
e câmeras usadas no programa Apollo, que foi à Lua 
pela primeira vez em 1969.


Recursos




Pro de primeira geração também tem modos de controle
 que previnem acidentes (Foto: Divulgação/DJI)


Uma das inovações presentes no Mavic 2 Pro
 é o modo Hyperlapse. O recurso possibilita
 um efeito duplo, aliando
 o time-lapse a movimentos específicos de câmera. 

Além disso, o novo drone é equipado com 10 sensores 
que mapeiam o entorno e contribuem para que, 
com o FlightAutonomy, o equipamento seja capaz de ler 
movimentos com antecipação de até três segundos, 
podendo prevenir acidentes e evitando impactos.

A função está presente no Mavic Pro original, 
que traz menos sensores e autonomia inferior.
 Outro recurso presente em ambos os modelos é o
 ActiveTrack, em que o drone segue um objeto para 
realizar imagens aéreas em movimento. Mais uma vez, 
a DJI promete maior precisão, velocidade e estabilidade
 do modo no Mavic 2 Pro.


Performance de voo




DJI Mavic Pro tem preço bem mais em conta 
(Foto: Divulgação/DJI)


O Mavic 2 Pro pode voar por até 31 minutos com 
uma carga completa, período superior aos 27 do 
Pro original. A velocidade máxima também subiu 
de 65 para 72 km/h. Além disso, o drone 
recém-lançado pode transmitir o streaming de 
suas câmeras por uma distância de até 8 km, 
enquanto a cobertura do Mavic Pro é de 7 km.
Preço

Já disponível no mercado norte-americano, o 
Mavic 2 Pro custa US$ 1.449 (R$ 5.923, em
 conversão direta) e ainda não tem data de
 lançamento no Brasil. Já o Mavic Pro pode 
ser encontrado em lojas online do país por
 preços que partem dos R$ 3.899.

em relação ao modelo original. Do ponto de vista
 prático, a evolução da câmera e das capacidades 
do drone em gravar e fotografar merecem maior 
destaque e podem ser motivo suficiente 
para encorajar o investimento de quem 
procura um produto profissional.


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