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DRONE Não Tivesse Gravado Isso, Ninguém ACREDITARIA
Drone é definido pelo exército norte-americano como “veículo terrestre, naval ou aeronáutico, controlado a distância ou de modo automático” ou seja, qualquer veículo não tripulado e controlado à distância, seja qual for a sua finalidade. Apesar do nome popular "drone", militares utilizam outros nomes como Unmanned Aerial Vehicle(em português: veículo aéreo não tripulado) ou Unmanned Combat Air Vehicle(em português: veículo aéreo de combate não tripulado).
Teoria do Drone lida com com os drones descritos como “Câmeras de vídeo voadoras, de alta resolução, armadas de mísseis”, tornando possível vigiar e matar sem expor o operador.
Vale a pena comprar o drone Phantom 4? Veja prós e contras
O Phantom 4 é um drone da fabricante chinesa DJI com câmera embutida 4K e três modos de voo inteligentes. O modelo já está à venda no Brasil e pode ser utilizado por iniciantes ou profissionais para fazer fotos e vídeos de uma altura de até 1,5 km. O eletrônico não é dobrável, mas promete estabilização no ar e autonomia de 28 minutos.
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Em dúvida se vale a pena comprar o quadricóptero? Veja a seguir cinco pontos positivos e cinco negativos do Phantom 4 e descubra se o investimento é realmente o que está procurando.
Prós
1 – Câmera 4K
O primeiro ponto positivo do Phantom 4 é a câmera 4K. Com o aparelho embutido é possível capturar fotos e vídeos em alta qualidade de lugares onde poucos podem chegar, já que o modelo da DJI alcança 1,5 km de altura em uma distância de até 5 km. Para quem quer fazer gravações mais leves ou com efeitos, o equipamento também oferece as opções Full HD e slow motion (câmera lenta).
2 – Modos de voo
O Phantom 4 é um drone inteligente e preparado para trabalhar tanto com profissionais como com iniciantes. Ele oferece três modos de voo: inicial, mediano e esporte. Os dois últimos são indicados para usuários que já dominam a pilotagem. Nestes modos o drone pode chegar a até 72 km/h. Já o primeiro, inicial, permite colocar o drone no ar com poucos toques no controle, além de voltar ao ponto de partida automaticamente e reconhecer pessoas e objetos no caminho para evitar acidentes.
3 – Tempo de voo (autonomia da bateria)
O tempo máximo de voo do Phantom 4 é de 28 minutos. A configuração pode parecer baixa, mas ao comparar com outros drones avançados como o Yuneec Typhoon Q500 4K (25 minutos) e o GoPro Karma (20 minutos) a autonomia da bateria sai na frente para garantir segurança no voo e nas filmagens. Afinal, se houver uma emergência com o quadricóptero, qualquer minuto extra para pousar é valioso.
4 – Conectividade
O Phantom 4 funciona com a ajuda de um controle remoto. Entretanto, diferente de aparelhos mais simples, é preciso conectar o acessório a um smartphone ou tablet para ter mais controle do drone. Neste quesito, apesar de precisar de um aparelho extra, o ponto é positivo por conta das funções oferecidas pelo eletrônico acoplado. Através de um app para Android e iOS o usuário pode controlar o drone acompanhando todas as imagens gravadas em tempo real. Além disso, o piloto pode configurar a abertura da lente e a velocidade do obturador da câmera para adaptar as gravações a qualquer ambiente.
5 – Estabilização
Ao comprar um drone com câmera, principalmente um modelo 4K, um dos objetivos do usuário talvez seja gravar imagens de qualidade. Para isso, a estabilização do Phantom 4 é essencial. O recurso funciona por meio de campo eletromagnético e mantém o drone equilibrado em ventos de até 30 km/h, segundo a fabricante DJI. A função ajuda, principalmente, a capturar vídeos sem a sensação de que tudo está tremendo.
Contras
1 – Não é dobrável
O Phantom 4 é um drone visualmente bonito, sem peças extravagantes. Entretanto, não poder dobrar o aparelho é um ponto negativo para quem quer levá-lo para viagens junto com outros equipamentos. Em setembro de 2016, a GoPro lançou o Karma, quadricóptero facilmente desmontado, dobrado e guardado em uma mochila. Neste ponto, o Phantom 4 pode criar problemas no transporte.
2 – Peso
Da mesma forma que o design não dobrável do Phantom 4 pode atrapalhar, o peso também é um ponto negativo do drone, se comparado com concorrentes. O modelo da DJI pesa 1,3 kg, mais do que o aparelho antecessor da mesma fabricante, o Phantom 3, e o Karma, da GoPro.
3 – Câmera embutida
A câmera 4K do Phantom 4 de fato é um dos principais diferenciais do modelo, mas o equipamento se torna um contra por ser embutido. Com uma câmera presa ao drone o usuário deixa de ter opções de troca. Não é possível, por exemplo, acoplar uma GoPro que você já tenha em casa ou outras câmeras de sua preferência.
4 – Preço
O preço da categoria de drones com câmera no Brasil ainda é alto se comparado ao valor executado nos Estados Unidos. No mercado nacional, o Phantom 4 é vendido por quase R$ 9 mil, enquanto fora do país é possível encontrar o mesmo modelo por US$ 1.019 (cerca de R$ 3.250 em conversão direta). Provavelmente, assim como acontece com outros aparelhos, o preço deve cair no país ao longo dos anos, mas por enquanto é um investimento que pode pesar no bolso.
Phantom 3 é o drone anterior ao Phantom 4 com recursos parecidos (Foto: Divulgação/DJI)
Phantom 3 é o drone anterior ao Phantom 4 com recursos parecidos (Foto: Divulgação/DJI)
5 – Antecessor mais barato
O Phantom 4 é o modelo da DJI superior ao Phantom 3. Apesar da atualização, as poucas mudanças de um aparelho para o outro podem representar economia ao usuário iniciante. Enquanto o drone mais novo sai por quase R$ 9 mil, o quadricóptero antigo pode ser encontrado no mercado nacional por preços entre R$ 3 mil e R$ 5 mil. O Phantom 3 também grava em 4K e pode chegar a até 5 km de distância do controle. As diferenças para o equipamento novo estão na velocidade máxima, que cai de 75 km/h para 57 km/h, na autonomia da bateria (23 minutos) e no número reduzido de modos de voo.
Drone Sobrevoa Geleiras, Será a Antártica? Prova da Terra Plana? Filmou o Domo?
As imagens produzidas pela Nasa não passam de obras de computação gráfica. A ciência manipula a realidade de acordo com os interesses dos poderosos. Alguma dessas
suposições parece familiar? É bem provável que sim.
E, agora, mais do que em muito tempo. Após ganharem um banho de loja, muita divagação teórica e um número ainda maior de vídeos na internet, tais ideias estão de volta sob uma nova bandeira: a dos terraplanistas. Quase 50 anos depois do lançamento da Apollo 11, e 500 após a circunavegação de Fernão de Magalhães, cada vez mais gente acredita que a Terra não é um globo. Em vez disso, ela seria uma pizza gigante – um disco coberto por uma redoma invisível e cercado por um paredão de gelo. Também estaria parada, deitada eternamente em berço esplêndido no centro do Universo.
Data do final do século 19 o primeiro lampejo moderno sobre a eventual platitude da Terra. O marco é o ano de 1881, quando Samuel Rowbotham publicou Astronomia Zetética – A Terra não é um globo, um apanhado de décadas de estudos na área e interpretações literais de passagens da Bíblia. Sob o pseudônimo “Paralaxe”, o inventor inglês tomou para si uma missão ousada: revelar as “mentiras” cultivadas pela ciência, responsável por esconder o real formato de nossa casa.
Rowbotham começa sua obra tentando refutar a evidência prática mais antiga da curvatura terrestre. Segundo ele, experimentos como o do grego Eratóstenes, nascido em 276 a.C., que conseguiu medir a circunferência da Terra, contariam com um erro crasso: considerar o Sol como um astro enorme e distante da Terra. Eratóstenes mediu a circunferência do planeta comparando os ângulos com que a luz do Sol incidia em dois postes instalados em duas cidades distantes. Supondo acertadamente que o Sol é grande (e longínquo) o bastante para que seus raios cheguem à Terra sempre paralelos uns aos outros, ele concluiu que o que causava a diferença entre os ângulos nos postes só poderia ser uma (até então) suposta curvatura da Terra. Com os dados na mão, Eratóstenes calculou que o planeta é uma esfera com 46 mil quilômetros de circunferência. Uma precisão absurda para 2 mil anos atrás: a medida real é de 40 mil quilômetros.
Terra chata
Para os terraplanistas, o Sol e a Lua são bolas do tamanho de cidades, o planeta é cercado por uma muralha de gelo e a gravidade… Bom, a gravidade não existe.
1. ANTÁRTIDA
TP: Modelo terraplanista
TP Para quem acredita que a Terra é plana, a Antártida é um paredão de gelo que serve de moldura para a superfície terrestre, segurando a água dos oceanos. Eles dizem que o Tratado da Antártida, de 1959, existe para esconder esse “fato”.
VR: Vida real
VR Tem quase o dobro da área do Brasil (14 milhões de m²). E o Tratado, assinado por 52 países, estabeleceu-a como território neutro, dedicado à ciência.
2. HORIZONTE
TP Se a Terra é plana, por que a nossa visão não ultrapassa o horizonte? A desculpa aí envolve a neblina e uma suposta limitação da visão humana – o que não faz sentido, já que vemos estrelas a olho nu, e a mais próxima está a 40 trilhões de km (4,3 anos-luz).
VR Alguém com 1,80 m no nível do mar só consegue enxergar a uma distância de 5 km. Dá para comprovar a curvatura da Terra pela sequência de desaparecimento de uma embarcação no horizonte: a parte que some primeiro é a popa, depois a vela.
3. GRAVIDADE
TP Não existe. Só estaríamos presos ao chão por conta de uma força misteriosa que puxa a Terra para cima a uma aceleração constante de 9,8 m/s² – a mesma da gravidade. Seria como se estivéssemos dentro de um elevador gigante, presos ao chão.
VR Existe, claro. E mais: corpos celestes são redondos justamente por causa da gravidade. A massa gera um campo que suga tudo para o centro, moldando-os como esferas.
4. LUA
TP Tem 51, 5 km e descreve sua órbita a 5 mil km do chão.
VR A Lua é só quatro vezes menor que a Terra
(com 3.476 km de diâmetro) e está a 384.400 km de distância.
ECLIPSES LUNARES
TP Uma Terra plana não faria sombra. Como explicar os eclipses lunares, então? Uma hipótese diz que o céu tem um “objeto de sombra”. A Lua se esconderia quando esse objeto cortasse seu caminho.
VR São fruto da sombra da Terra projetada na Lua, claro.
5. SOL
TP Tem 51,5 km de diâmetro e fica a 5 mil km de altitude. Funciona como se fosse uma lanterna: ilumina cada porção do planeta em momentos determinados. Ou seja: quando o Sol brilha sobre sua cabeça, é dia. Quando ele está longe, é noite. Simples assim.
VR O Sol tem 1,3 milhão de km de diâmetro (108 vezes mais do que a Terra), e está 149,6 milhões de km distante.
ESTAÇÕES DO ANO
TP Em diferentes momentos do ano, o Sol terraplanista assume órbitas diferentes – se aproximando ou se afastando de cada trópico. E isso estabelece as estações do ano. O raio da trajetória é maior quando o Sol está no “anel norte” e menor quanto está no “anel sul” (veja lá embaixo).
VR Você sabe: por conta do movimento de translação e do eixo de rotação da Terra (inclinado a 23,5 graus), cada hemisfério recebe mais luz solar em determinados períodos do ano. Quando é inverno na parte do sul, é verão no Hemisfério Norte, e vice-versa.
6. MAGNETISMO
TP Alguns terraplanistas defendem que o centro da Terra plana (o Polo Norte) abriga uma montanha magnética que seria a responsável por atrair as agulhas das bússolas. E mais do que isso: para manter o Sol, a Lua e as estrelas em volta do “disco planetário”.
VR Os polos magnéticos estão próximos aos polos geográficos. No centro da Terra, onde as temperaturas podem chegar a 6.000 ºC, existe ferro e níquel em estado líquido. Esse fluido, em constante movimento, gera as correntes elétricas responsáveis pelo campo magnético.
7. ATMOSFERA
TP Os terraplanistas a chamam de atmosplana ou atmocamada – note que
“atmosfera” faz referência a um formato esférico, coisa que eles abominam.
VR A camada de gases que envolve nosso planeta fica presa aqui por
conta da gravidade, outro conceito que os terraplanistas não curtem.
DOMO
TP É o que nos isola do resto do Universo (seja lá o que exista além da Terra plana).
VR Não existe.
8. MONTANHAS E VULCÕES
TP Abaixo da crosta, haveria uma pressão agindo na Terra plana, resultado da aceleração que ela sofreria para simular a gravidade. Tal movimento teria criado um vasto oceano de magma no manto terrestre, o que justificaria os vulcões.
VR O interior do planeta é instável. Os vulcões e o movimento das massas continentais são os resultados mais notórios desse fato.
A. ATLAS
O mapa-múndi terraplanista usa a projeção azimutal, igual à do símbolo da ONU
B. ESTRELAS
TP Estrelas seriam basicamente lâmpadas de LED: fontes luminosas a poucos milhares de km da Terra.
C. EQUADOR
TP Esta região seria mais quente que a dos polos por estar diretamente abaixo do mini-Sol.
Prova da Terra Plana?
Bom, para negar a circunferência da Terra, Rowbotham começou negando Eratóstenes. Criou um modelo teórico em que o Sol não é grande nem está longe – seria uma bola de fogo alguns quilômetros acima das nossas cabeças. Isso permitia, segundo suas contas, que a Terra fosse plana.
Rowbotham não teve tempo de cumprir o legado messiânico que sua última obra criaria, já que morreu três anos depois da publicação de seu livro. Mas a semente estava plantada. Nomes como Wilbur Glenn Voliva, Samuel Shenton e Charles K. Johnson – esses dois últimos, fundadores da Sociedade da Terra Plana (Flat Earth Society) – , deram sequência aos estudos do mestre, espalhando a palavra “ terraplanista” (flat earther) nos Estados Unidos da metade do século 20. Rachas internos deixaram a Sociedade da Terra Plana de molho por umas boas décadas. Em 2009, porém, ela ressurgiu das cinzas e voltou a receber novos membros – e agora faz mais barulho do que nunca.
Parte dessa nova onda terraplanista passa pelo nome de um novo guru, Eric Dubay. Ele é o fundador-presidente da Sociedade Internacional de Pesquisa sobre a Terra Plana e se define como “um americano de 35 anos que vive na Tailândia, onde ensina ioga meio período e divulga a nova ordem mundial em tempo integral”. Entre textões conspiracionistas sobre maçonaria e os Illuminatis, Eric destaca-se pelo trabalho hercúleo de conseguir traduções em 18 idiomas (incluindo árabe, lituano e letoniano) para sua obra seminal 200 Provas de que a Terra não é uma Bola Giratória – transformada, também, em um vídeo de mais de duas horas de duração para seu canal no YouTube.
No Brasil, um dos terraplanistas mais proeminentes é Jota Marthins, dono do Sem Hipocrisia, um canal do YouTube dedicado ao terraplanismo e outras teorias conspiratórias. O objetivo de Marthins é revelar “a farsa da bola molhada giratória”, forma como costuma se referir ao modelo vigente. O paulistano conta com mais de 50 mil inscritos e já obteve mais de 11 milhões de visualizações em seus vídeos – por essas, ganhou o apelido de “Rowbotham brasileiro”.
Sua maior obra, no entanto, é outra: o livro O Universo que não te Apresentaram – Expondo a Maior Mentira da Humanidade, publicação independente comercializada a R$ 70. Caro? Para ele, não: “Em um mundo onde pessoas pagam R$ 350 em obras de ficção científica como as de Carl Sagan, fica difícil calcular o valor para um livro que expõe a verdade”, diz.
As “verdades” reivindicadas pelos terraplanistas se resumem a tentativas de refutar conceitos provados e comprovados por mais de 2 mil anos de ciência. Mas isso não é necessariamente um problema. Para tudo que você quiser questionar, sempre haverá resposta. Por exemplo: a gravitação impede que corpos celestes com uma massa razoável, como a Terra, tenham forma de pizza. Se você pegar uma impressora 3D do tamanho de Júpiter e imprimir uma Terra plana, a gravidade vai puxar as bordas da estrutura para o centro e aglutinar tudo. E em pouco tempo você terá uma Terra redonda, tal qual esta aqui. Se o nosso planeta é plano, então, por que é que ele não colapsa à mercê da gravidade? Fácil. Para os terraplanistas a gravidade não existe. Uma das teorias deles é que a gente só fica preso ao chão porque a Terra acelera espaço adentro, como um
elevador gigante, e isso criaria a sensação de gravidade.
Outro enigma da Terra plana é o continente antártico. O Polo Sul do globo, em sua versão amassada, assumiria uma configuração peculiar. Mais do que o controle do nível dos mares, o murão também delimitaria até onde a curiosidade humana tem o direito de se estender. Os segredos que estão fora dessa prisão de segurança máxima ficam a cargo de forças militares internacionais, que estariam resguardando as águas da região, prontos para conter a investida de espertinhos.
Mas o que exatamente impediria alguém com espírito aventureiro de se libertar dessas amarras e matar a maior charada da humanidade por si só? “Esse é um movimento de quem nunca saiu da cadeira, não tirou o pijama”, diz Amyr Klink, velejador brasileiro que viaja para a Antártida todo ano, há pelo menos 30 anos. Segundo o capitão (e toda a ciência já produzida), nada de parede de gelo com altura de prédio de 15 andares ou exércitos garantidores da ordem mundial no continente gelado. “Não sei por que ainda damos ouvidos a um discurso tão equivocado.”
Calma, Amyr. A SUPER também não dá ouvidos. Mas mostrar como os terraplanistas imaginam o planeta serve não só como exercício de fantasia, mas também para ilustrar como funcionam certos conceitos básicos da ciência, a começar pela física newtoniana (a estrela do infográfico desta página, que mostra o quão absurda seria a gravitação de um planeta em forma de pizza).
Mesmo assim, diga-se, há terraplanistas que sonham em usar a ciência a seu favor, e ver se um dia conseguirão provar a quadratura do círculo com métodos consagrados. É o caso de B.o.B., rapper americano e membro honorário da Sociedade da Terra Plana. Ele resolveu se mexer e lançou o projeto de financiamento coletivo “Mostre a curvatura para o B.o.B.”, que estabeleceu a meta ousada de juntar US$ 1 milhão para a compra de satélites e balões atmosféricos, a serem utilizados em estudos terraplanistas. Até o meio de outubro, a campanha havia
arrecadado apenas US$ 6 mil. Bom sinal.
Terra ainda mais chata
A vida numa Terra plana, de acordo com a física newtoniana, seria um perrengue.
Este mundo, e todos os outros, são redondos porque a gravidade os fez assim. Mas como seria se a Terra fosse plana e também obedecesse às leis de Isaac Newton? Veja.
1. O formato de disco faria a gravidade atuar de maneira não uniforme. Em uma Terra plana, quanto mais você andasse em direção às bordas, mais a gravidade puxaria você de volta ao centro.
2. Caminhar até as bordas, então, seria como escalar uma montanha que vai ficando mais íngreme.
3. Os prédios teriam de ser cada vez mais inclinados para ir compensando essa influência. Perto da borda, você teria de se segurar para não entrar em queda livre.
4. Se você atravessasse a borda, seus problemas acabariam. Na “lateral” da Terra plana, o puxão gravitacional voltaria a ser o de sempre: no sentido do solo.
DRL Abre Pré-vendas do DRL Racer4, Drone FPV Ele vai de Zero a 144 km hora em um Segundo
Drone Racing League (DRL), liga de drones de corrida FPV (First Person View) lançou o DRL Racer4, quarta geração dos modelos de alta velocidade em um financiamento coletivo no Kickstarter, com previsão de entrega para 2020. Os grandes diferenciais presentes são: capacidade de acelerar de zero a cerca de 144km/h em menos de um segundo, (90 mph) tem um revestimento de fibra de carbono e 1.000 luzes LED coloridas,
entre outras características.
DRL é uma liga profissional especializada em drones de corrida FPV, que é reconhecida internacionalmente. A liga afirma que recebeu muitos pedidos dos consumidores para ter uma unidade da versão DRL Racer3, que não estava disponível para o mercado.
"Depois de muitos (muitos) pedidos para comprar um Racer3, nos asseguramos de atender a demanda com a “Street Version” de nosso drone de próxima geração.", diz a
DRL na descrição do financiamento.
Essa ação vai ser possível adquirir a quarta versão do drone de corrida, e o DRL Racer4 vai ser o projeto pronto para ser utilizado, sem precisar fazer modificações, sendo "pronta para as ruas".
Como os drones FPV ainda seguem o conceito "faça você mesmo", onde o usuário precisa ir atrás de diferentes peças e montar o seu próprio modelo, a intenção da DRL é tornar o processo mais fácil e comercial, com a opção de um modelo com bom desempenho que já chega pronto para voar. Ainda é necessário fazer a compra separada dos demais equipamentos que tornam a opção das corridas melhores, como os óculos e o controle.
Os drones tem a previsão de estar disponíveis em abril de 2020 para os apoiadores do projeto, e vão ser os mesmos utilizados na nova temporada de corridas da Drone Racing League que vai começar no dia 11 de agosto.
Companhia revelou recentemente seu ecossistema próprio que promete novas experiências de voo
Pré-encomenda já pode ser feita pelo Kickstarter e a entrega está prevista para começar em abril de 2020. A intenção é conseguir alcançar a meta de US$350.000 até o começo de outubro, no momento da publicação desta notícia a