Metrô Usará Drone Para Monitorar Os Trilhos

Metrô Usará Drone 

Para Monitorar Os Trilhos

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Já é utilizado diariamente para otimizar a mão de obra e buscar qualidade nas informações nos 33 quilômetros do metrô de Salvador, mas, a partir deste ano, também deve ser usado como nova ferramenta tecnológica para monitorar
 os trilhos da capital baiana. 


Desde o segundo semestre do ano passado, a concessionária que administra o metrô de Salvador já utiliza um drone para sobrevoar os telhados de 20 estações e torres de retransmissão espalhadas pelos 33 quilômetros de trilhos em busca de problemas estruturais.
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Próximo passo será utilizar o equipamento em instalações de média tensão energética, que atualmente só são acessadas após o desligamento da energia elétrica.


Consequentemente, será a vez de os trilhos serem monitorados pelo sistema, o que deve acontecer até o fim do ano, após a definição de metodologia e colocação de dados 
georreferenciados no equipamento.
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Drone dá rapidez, qualidade da informação e mitiga o risco de alguém trabalhar em lugares altos. Se ele encontra algum problema, com o vídeo gravado conseguimos colocar na mesa e discutir, o que normalmente numa inspeção não conseguiríamos. Conseguimos detectar se um parafuso está com folga ou se não está solto, disse José Kako, gestor de manutenção da CCR Metrô Bahia.
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A próxima fase, ainda de acordo com o gestor, será possível fazer as inspeções energéticas de forma direta com o drone, sem a necessidade de desligamento de todo o sistema.


Metrô baiano tem atualmente 40 trens, 
transporta em média 370 mil passageiros em
 dias úteis e emprega 1.500 funcionários.
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CURIOSIDADE:

DRONE NO METRÔ 

GRANDE DESCOBERTA


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O Melhor Piloto de Drones de Portugal | André Ferreira.

O Melhor Piloto de Drones de Portugal

André Ferreira.

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Acontece com os drones algo parecido com o que,
 no seu tempo, aconteceu com os videojogos e a sua
 variante competitiva, os e-sports. Para o público em geral,
 estes veículos voadores que raramente aparecem na
s primeiras páginas da comunicação social (por exemplo,
 quando forçaram o encerramento do aeroporto de 
Gatwick em Londres, pouco antes do último Natal), 
são um simples entretenimento. 


Um jogo de crianças ou de jovens apaixonados
 pelas novas tecnologias e pela velocidade. É verdade
 que os mais informados sabem que os drones são
 usados para trabalhos de vigilância, tarefas militares, 
funções logísticas e muito em breve habituar-nos-emos 
a vê-los fazer as funções dos “entregadores”. 
DRONE 4
Mas daí a considerar que podem ser um desporto
 ou um espetáculo de massas, ainda falta um pouco,
 a não ser que alguém grite, como o Tom Cruise fez no 
seu papel de Jerry Maguire - "mostra-me o dinheiro".
 E esse momento já chegou: 3 000 espectadores lotaram 
o local onde ocorreu a final da Drone Racing League,
 realizada na Arábia Saudita em setembro do ano passado.

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 O número é importante, mas os 115 milhões 
de espectadores que, segundo os organizadores, 
acompanharam a competição online, são muito mais impressionantes. Com estes números, as corridas de 
drones são muito apetecíveis para os patrocinadores e não
 é de admirar que o vencedor do campeonato tenha embolsado
 um prémio de 100 000 dólares. Parece, assim, que as 
competições de drones, tal como um dia aconteceu
 com os e-sports, vieram para ficar. 
DRONE 4
André Ferreira, o melhor piloto de Portugal, 
está longe destes números estonteantes, mas as suas 
capacidades permitem-lhe sonhar em aproximar-se deles 
um dia: "Comecei a pilotar drones com os meus amigos
 em Portimão, no Algarve, mas nunca pensei em competir. 
Até que há dois anos, um amigo disse-me um dia: "André, 
inscrevi-te numa prova do campeonato do mundo que
 se vai realizar em Setúbal.
” Eu achei que ele estava a brincar.”

https://drone4.blogspot.com

 Mas não era brincadeira. Alguns dias depois, 
o André Ferreira competia pela primeira vez numa
 corrida e mostrou duas coisas: que o seu amigo tinha um 
excelente olho para reconhecer o talento e que ele estava
 mais do que pronto para desafiar os melhores. Naquele 
primeiro campeonato realizado há dois anos, o André
 ficou em terceiro e o vício da competição apanhou-o de
 tal forma que não deixou mais as corridas. 
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Atualmente, o André Ferreira está entre os dez melhores 
pilotos do mundo, embora ainda não se possa dedicar
 exclusivamente à pilotagem. Mas isso não importa, 
porque o português reconhece que esta é a sua paixão: 
"além do prazer de voar, aqui encontrei uma família".

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